quarta-feira, 9 de novembro de 2011

BENJAMIN FULFORD [08 NOVEMBRO]

Benjamin Fulford, 8 de Novembro de 2011:


"O paradigma perde à medida que as mentiras dos oligarcas ocidentais vão sendo reveladas.

Por estes dias, ao ler-se alguma da propaganda nos meios de comunicação ocidental, fica-se com a sensação que se está a ler relatórios noticiosos da Axis sobre a iminente vitória durante a Segunda Guerra Mundial. Na realidade, o que as pessoas podem ver com os seus próprios olhos contradiz tanto os seus relatórios que somente um dos mais obstinados crédulos ainda acredita na propaganda.
Não importa que cabeçalhos esperançosos eles inventem sobre o FMI acudir com um resgate, ou os FEDs fazerem a impressão de mais dólares ou FRNs estarem a vir com um resgate, o facto que importa é que a cabala que sequestrou o sistema financeiro mundial, perdeu.

A cabala criminosa está acabada. Acontecimentos desta e da próxima semana farão ampla prova disso.
Por detrás das cenas e do público, agências policiais mundiais continuam a apertar o cerco a esta cabala criminosa. A grande acção judicial esperada para a próxima semana contra a cabala tem como evidência algo conhecido como o Livro de Maklumat.
Este livro descreve detalhadamente a posse histórica da maior parte do ouro do mundo por um grupo de famílias da Realeza Asiática. Também têm cópias dos certificados de caixa originais e provas de como este dinheiro foi transferido para a custódia do governo dos Estados Unidos para ser utilizado em benefício da comunidade internacional.

Esta evidência é como a cereja sobre o bolo numa acção judicial e provará que os proprietários privados da Federal Reserve Board roubaram este dinheiro e têm vindo ilegalmente a utilizá-lo por mais de 50 anos.

É por isso que as ilegais “plataformas de negociação” que foram utilizadas para o desvio deste dinheiro foram encerradas. E, por sua vez, é a razão porque o FMI, os governos europeus e a Federal Reserve Board têm sido impotentes para estancar a crise que afecta o grupo de estados terroristas dos G5 (França, Inglaterra, Itália, Alemanha e Estados Unidos), assim como o seu campo armado conhecido como Israel.

Embora estes governos terem ameaçado o governo da Grécia para parar o referendo ao Euro, eles não podem levar as suas ameaças à banca.
O facto é que os fascistas europeus não têm dinheiro para ajudar Itália, Irlanda, Portugal, Espanha e os cinco Estados Bálticos. Além disso, o governo da Irlanda já pediu aos banqueiros europeus para provarem que a Irlandia está de facto em dívida para com eles, mostrarem de onde veio o dinheiro, provarem que é real e provarem que têm direito legal sobre ele.
Isto é coisa que eles não conseguem fazer e é por isso que a Irlanda não aparece nos cabeçalhos. E é também uma das razões deles terem encerrado a embaixada do Vaticano na Irlanda.

Embora o G5 e Israel ameaçarem iniciar a Terceira Guerra Mundial atacando o Irão, isso é um bluff suicida. Os comandantes militares dos Estados Unidos, China e Rússia não deixariam isto acontecer.
Estes lideres desonestos do G5 estão naturalmente aterrorizados porque sabem que cometeram inúmeros crimes contra a humanidade (isto é, centenas de milhões de assassinatos desde o fim da 2ª Guerra Mundial). Ainda pode ser possível, para a maior parte deles, a obtenção do perdão através de um comité de verdade e reconciliação mas esta janela de oportunidade está a fechar-se rapidamente.

Um homem que ultrapassou os limites do razoável é Henry Kissinger.
Na semana passada Kissinger tentou desesperadamente orquestrar uma série de assassinatos com a esperança de conseguir tornear a situação de alguma maneira. 
Na semana passada este escritor foi mais uma vez alvo de pessoas contratadas por Kissinger.
No entanto, Kissinger foi avisado para se afastar e não está a obedecer a estas ordens.

Por sua vez, o “Presidente” Obama foi objecto de severos ataques verbais na última reunião dos G20 na semana passada em França. Foi-lhe dito que os Estados Unidos está em muito pior situação que a Europa e que ele tem muita culpa disso, de acordo com fontes que estiveram na reunião.
Já não se espera que Obama consiga completar o seu mandato como Presidente devido a várias acções legais contra o seu regime.

Entretanto no Japão tem havido muito barulho sob a superfície.
Fontes da ala direita Sénior Japonesa dizem que um grupo de Coronéis das forças de Auto-defesa Japonesas estão a armar um golpe de estado militar. O seu plano é colocar o antigo Primeiro-Ministro Shinzo Abe como seu líder.

Abe, é claro, está ligado aos Moonies, que por sua vez têm um rancho ao lado do rancho de Bush no Paraguai. Eles estão também ligados ao negócio internacional de droga.

Não é preciso dizer que estes Coronéis iludidos têm sido educados e estão agora a perceber que não importa o quão honrado possa ser o seu desejo de ajudar o Japão, estavam prestes a ser manipulados pelas mesmas pessoas que ajudaram a arruinar a economia japonesa.

Outra jogada no Japão vem dos tipos da CIA e do Pentágono que disseram ao corrector Ichiro Ozawa para acabar definitivamente com os seus planos de tentar assumir o governo se quiser permanecer vivo. Ozawa não é de confiança devido às suas ligações com os Rockefeller e com a cabala.

Vale também a pena notar que o Imperador Akihito está a sofrer de “Bronquite” e assim, entregou “temporariamente” o controle ao Príncipe Naruhito, de acordo com a Agência da Casa Real.

Foi agora dado o arranque oficial para uma nova Agência Internacional de Planeamento Económico. O seu lema será “Nós transformamos sonhos em realidade”."

~~~~~~Fim

Benjamin continua a insistir numa acção judicial que se tornará mais visível nas próximas semanas.

Aguardemos.

Boa vida!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A DECISÃO DE PAPANDREOU [parte II]

Consulte a 1ª Parte aqui.


As pressões financeiras internacionais são enormes e a Grécia encontra-se numa posição desesperada. Algo terá que ser resolvido ou decidido rapidamente.

Vejamos – Ninguém é obrigado a pagar uma dívida que outros obtiveram de maneira fraudulenta mesmo que tenha sido feita em seu nome.

Ora todas estas dívidas foram constituídas através de operações bancárias fraudulentas e especulativas de que a banca tem vindo a servir-se para aumentar os seus lucros.

Lembram-se da Islândia?
Foi o primeiro país a sentir os efeitos destes produtos tóxicos bancários. A banca começou a entrar em colapso e o FMI ofereceu a sua “ajuda”. Seria o primeiro resgate.

A maior parte deste resgate serviria, como aconteceu com a Grécia e Portugal, para injectar dinheiro nos bancos.

Juntamente com a oferta da ajuda financeira foi colocada a ideia, como aconteceu com a Grécia e Portugal, de que se os bancos entrassem em colapso, o mesmo aconteceria ao país.
(Esta é uma ameaça subtil para impingir o medo e levar as pessoas a aceitarem a ideia proposta, uma arma que utilizam com frequência.)

Esse empréstimo seria acompanhado por um pacote de austeridade, como aconteceu com a Grécia e Portugal, que obrigaria a população a apertar o cinto pois o tal resgate seria pago através dos seus impostos e diminuição da despesa do estado.

Mas o povo islandês é um povo esclarecido e não caiu na armadilha e disse NÃO, não temos que pagar pelos erros dos outros (a banca neste caso) e NÃO pagamos.

O que é que aconteceu?
A Islândia entrou em crise, fez uma verdadeira reestruturação e conseguiu erguer-se pelo seu próprio pé. Atravessou um duro período de adaptação que durou cerca de 2 anos.
Hoje a Islândia está em expansão, sem dívidas e independente desses sanguessugas.
Deste exemplo eles não falam ou dizem que é um caso à parte sem adiantarem mais explicações.

Mas voltando à Grécia, o país que está há mais tempo a receber os ‘pacotes de ajuda’.
Está à vista o quanto esta ajuda é venenosa. O estado de saúde do país agravou-se e as perspectivas de melhoria reduziram-se.

O gesto político de Papandreou de diluir a responsabilidade da sua decisão por uma massa de gente anónima diminui enormemente a capacidade de manipulação e de chantagem de Merkel e Sarkozy.

Hoje em dia as grandes decisões têm de ser encaradas olhando para o mundo de forma global.
Certamente que a decisão de Papandreou não se baseou apenas nos factos passados no seu país e naturalmente foi ponderada, levando em consideração tudo o que está a acontecer a nível global.
E muito tem acontecido ultimamente. Eventos de tal importância que são capazes de inverter o rumo dos acontecimentos como deve ter acontecido neste caso.

Desde finais de Agosto deste ano que vários acontecimentos vieram desestabilizar a estrutura de poder do ‘governo sombra’, elite, illuminati ou como lhes queiram chamar.

Várias bases subterrâneas foram destruídas sendo que a última foi uma base submarina localizada no Golfo de Áden a centenas de metros de profundidade.
Esta destruição foi total e constituiu um enorme revés para a tal elite.

Ver OxV: "A Última Batalha na Terra (Cont)" de 23 de Setembro de 2011.

Grande parte da sua estrutura está destruída, perdendo muita efectividade.

Por outro lado, também em Agosto deste ano, aconteceu uma reunião ‘secreta’ ao largo de Mónaco onde se encontraram representantes de 57 países que acordaram em lutar contra este sistema monetário e implantar um novo baseado em valores reais.
Esta associação cresceu entretanto, tendo agora cerca de uma centena de países associados.

Ver OxV: "A Última Batalha Na Terra" de 22 de Setembro de 2011.

Isto representa uma enorme perda de influência da parte da elite que está cada vez mais isolada.
Esta perda de poder e influência está a alarmar muitos dos seus seguidores que estão a abandonar o navio que sabem estar prestes a afundar.
Assim, há cada vez mais ‘arrependidos’ que decidem falar a troco de imunidade.

Resumindo:
- Grande parte da estrutura de controlo (bases secretas) da elite foi desmantelada, enfraquecendo a sua posição dominante.
Segundo Benjamin Fulford e David Willcock resta apenas uma base submarina ao largo da China.

- Por todo o mundo milhões de pessoas estão a exigir mudanças no sistema, em todo o sistema e lançar um novo onde as pessoas sejam importantes e dignificadas.

- Entretanto os governantes de pelo menos 100 países, já estão a par, se já não estavam antes, da tremenda fraude imposta pela banca para tentar salvar o seu sistema monetário de onde obtêm fabulosos lucros, mesmo que seja à conta do empobrecimento do resto da população.

- Certamente muitos outros eventos estão a acontecer. Estamos a lidar com uma verdadeira guerra que, se perdermos, perdemos tudo.
Neste momento o G20 está em vésperas de uma reunião de emergência. Gostava de ser mosca…

Todos estes acontecimentos e outros, devem ter ajudado Papandreou a tomar a sua controversa decisão.

Veremos o que se segue. Mas as coisas parecem estar a acelerar.

Boa vida!

A DECISÃO DE PAPANDREOU [parte I]

A decisão do primeiro-ministro grego de avançar com um referendo ao povo grego sobre o novo programa de empréstimo financeiro a Atenas surpreendeu muita gente, principalmente Sarkozy e Merkel que não estavam à espera de tal afronta de Papandreou.


Ver noticias.rtp.pt de 1 de Novembro.


Mas o que se passa?

A artimanha fraudulenta chamada de “resgate dos países devedores” criada pelo sistema bancário só pode avançar se tiver apoio político, pois são estes que criarão a ilusão de que a dívida é de todos e que todos deverão contribuir para a saldar no mais curto espaço de tempo, mesmo que com isso se tenha de destruir toda a economia da nação.
Soa a absurdo?

É absurdo. Mas é exactamente isto que está a acontecer. Basta ter atenção ao tipo de políticas que estão a ser impostas por aqueles que dizem servir as populações.

É tudo uma hipocrisia.
Os políticos não servem as populações mas grandes interesses económicos de onde serão muito pessoalmente beneficiados.
Este intercâmbio de interesses tem sido a regra e não a excepção, tendo vindo a atingir acções cada vez mais escandalosas, em que o sistema de justiça não consegue responder, colocando mesmo em causa, aos olhos de todos, a sua tão aclamada independência.

Assim, os políticos têm agido e legislado conforme os ditames da banca, privilegiando esta acima de tudo e de todos, menosprezando o povo que juraram defender.

Mas algo está a mudar e isso está claramente demonstrado pela atitude inesperada de Papandreou.

Não é de espantar que Merkel e Sarkozy e outros líderes europeus tivessem ficado surpreendidos pois não era esta a regra do jogo.
Questionar as populações não é a política da União Europeia que tenta caminhar o mais rapidamente possível para um totalitarismo fascista com a sua população totalmente subjugada e escravizada.

[NOTA: Já repararam quem realmente dirige a União Europeia? Já repararam que os ‘decisores’ da União Europeia não são escolhidos e eleitos pela população? Indaguem sobre o passado de Merkel e de Sarkozy, poderão chegar a resultados surpreendentes e possivelmente esclarecedores.]

Mas então o que se passa?

Papandreou sempre foi um ‘político obediente’, a Grécia foi o primeiro país a aceitar o esquema de resgates e é bem visível o resultado catastrófico da famosa ‘ajuda’ dos bancos.
Que terá acontecido para Papandreou ‘furar o esquema’ agora?

Ele argumenta que o referendo irá fortalecer a democracia e responsabilizar o povo grego. Nisso tem razão e devolver o poder ao povo nesta tão importante questão em que a própria estrutura do poder na Europa está no fio da navalha, não é propriamente os planos de Merkel e Sarkozy que ficaram consternados pois perdem o poder de decisão nesta matéria.

Além de atrasar todo o processo no qual a União Europeia está a lutar contra o tempo, ficarão dependentes do resultado do referendo que não será muito difícil de prever. Ou seja, toda a sua estratégia em desenvolvimento ficará irremediavelmente comprometida.

Trata-se de uma decisão corajosa apesar de tardia, mas permanece a questão: O que levou Papandreou a tomá-la agora?

Se olharmos para o que aconteceu na Grécia após os ‘resgates’ percebemos que estes são armas financeiras de grande calibre utilizadas pela banca capaz de destruir toda a economia de um país, levando seus cidadãos à pobreza enquanto a mesma banca se apropria dos bens e riquezas desse país que prometeram ajudar.
É uma fraude monumental e o mais grave é que é imposta aos cidadãos com a ‘ajuda’ do actual sistema político ávido de poder e ganancioso.

A Grécia está um caos e os gregos estão sujeitos a medidas de austeridade que só farão aumentar o caos.
Os protestos nas ruas estão cada vez mais violentos e grande percentagem da população está, não só contra os resgates, mas também contra o próprio sistema monetário que deu origem a toda esta confusão.

Assim, Papandreou encontra-se numa encruzilhada. A Europa pressiona-o a aceitar um novo resgate enquanto a população que o elegeu o pressiona a declinar a oferta.
Papandreou decidiu dar a voz ao povo, o que é o mesmo que dar uma tampa a Merkel e Zarkozy.

Será isto uma demonstração do poder do povo que anda nas ruas pelo mundo fora desde Setembro a protestar precisamente contra este sistema monetário?

Claro que os políticos tomam mais facilmente uma decisão quando sabem que estão apoiados pela maioria da população, mas todos sabemos que normalmente não é isso que acontece.

Mas julgo que não foi um súbito ataque de ética ou apenas querer agradar o seu povo ou dividir responsabilidades como afirmou ou mesmo falta de coragem para enfrentar o touro sozinho. Há outros acontecimentos que deveremos tomar em conta que certamente ajudaram Papandreou a tomar tal decisão.


Como este post já vai longo e, não querendo tornar-me maçador, deixo a sua conclusão para breve.

Boa vida!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

BENJAMIN FULFORD [31 OUTUBRO]

Benjamin Fulford 31 de Outubro de 2011:

"Será que o monopólio da banca dos Rothschild está prestes a ser desmantelado?

Com toda esta situação na Europa, está claro para todos, excepto para os ainda estão sujeitos à lavagem cerebral, que algo histórico está a acontecer. O que está a acontecer é que ao elemento criminoso no topo da estrutura do poder ocidental, especialmente no topo do sistema financeiro, tem sido negado o acesso à sua máquina de impressão de dinheiro. Como resultado, o FMI e a maior parte dos bancos centrais europeus e americanos estão insolventes. Mais mentiras ou troca de papelada ou propaganda não vão esconder esta verdade fundamental.

Os governos da Grécia, Irlanda, Portugal, Itália etc, sabem que as dívidas que supostamente devem aos bancos foram criadas através de entradas de registo fraudulentas e assim, não têm que as pagar. É por isso que os bancos anunciaram subitamente que a Grécia só tem que pagar 50% da sua dívida mesmo sabendo que tal os irá destruir. Eles estão à espera de um resgate do contribuinte mas isso não irá acontecer.
O jogo acabou. O pesadelo bancário dos Rothschild está a acabar.

Mesmo o sacerdócio mais sujeito à lavagem cerebral conhecido como gurus e jornalistas financeiros ocidentais estão a começar a perceber que algo não está certo. O grande anúncio de uma “solução” pelos governos europeus para a crise da Grécia e do Euro é uma questão a apontar. Ao analisar o anúncio verifica-se que os bancos e os governos estão essencialmente a dizer que os bancos pagarão 50% da dívida grega com dinheiro que não possuem.
Os governos dizem que pagarão, fazendo “alavancar” o dinheiro que já têm. Só não dizem quem será suficientemente parvo para financiar um jogador falido que pretende quadruplicar o seu risco.

 Faça o favor de notar que, logo que a “solução” para a crise foi anunciada, missões de pedintes de alto nível incluindo o presidente francês Sarkozy, foram enviadas à Ásia.
Porque motivo iriam precisar de ir à Ásia pedir dinheiro depois de terem encontrado uma solução?

O FMI, supostamente “o último recurso mundial de crédito”, está também continuamente a admitir que não tem dinheiro. Isto porque o próprio FMI não pode provar que o dinheiro provém de fontes legítimas.

O que importa é que a parte criminosa do sistema financeiro mundial está a desmoronar-se. O FMI estará insolvente brevemente. O mesmo se passará com o Banco Mundial.  
O BIS também está com problemas. De facto, todo o monopólio bancário dos Rothschild está com grandes problemas.

Continua o congelamento das “plataformas de negociação”, o que quer dizer que os controladores do sistema de dinheiro sem valor não podem mais injectar dinheiro no sistema. O máximo que podem fazer é redistribuir o dinheiro que já se encontra no sistema.
Dinheiro fresco só começará a entrar no sistema financeiro global depois do novo sistema baseado em activos reais estar implantado.

“O FMI e o Banco Mundial existiam para impor o sistema bancário dos Rothschild nos países do mundo”, é como um muito antigo oficial chinês explicou a situação.

 “O nosso objectivo é reiniciar o sistema, recomeçar outra vez, colocando todos os parâmetros de uma maneira justa para que todos os países beneficiem dos activos agrupados por todas as pessoas do mundo e não apenas da Europa e da América do Norte”, continuou.

“O sistema original era para ser dirigido pela Suíça e protegido pelos americanos”, continuou.
“A falha básica foi o falhanço do sistema de controlo e de contra medidas, e as pessoas que supostamente deveriam proteger o sistema, acabaram por abusar dele”, acrescentou.

O que vai acontecer agora é que os 100 países que até agora se juntaram ao novo sistema iniciado em Agosto no Mónaco, irão implantar o novo sistema em quatro etapas, de acordo com uma fonte da Sociedade do Dragão Branco. “Militares e Agências americanas estarão envolvidas neste processo desde o seu início”, acrescentou.
Esforços para intimidar generais, com a utilização de instituições corruptas como a Receita Federal para tentar reaver as suas casas, vão dar o tiro pela culatra e levar a processos criminais.

A primeira etapa será uma acção judicial que será apresentada antes de 15 de Novembro contra o abuso de indivíduos e grupos no sistema do Conselho da Reserva Federal. Isto conduzirá à penhora das maiores instituições financeiras mundiais, de acordo com os ficheiros. Haverá também prisões em massa.

As outras etapas ainda não foram divulgadas. Todavia, algumas verdades básicas são já conhecidas.
Em primeiro lugar, todo o homem de negócios ou banqueiro honesto no mundo não tem nada a recear.
Em segundo lugar, todo o dinheiro criado através de derivados fraudulentos serão eliminados dos livros, mesmo que isso signifique a falência de muitas das grandes instituições financeiras ocidentais.
Em terceiro lugar, as maiores injustiças financeiras históricas serão abordadas e o dinheiro roubado e os bens serão devolvidos aos seus legítimos donos.
Estas serão boas notícias tanto para a grande maioria dos cidadãos ocidentais como para os habitantes das regiões há muito exploradas como a África.

Os sistemas internacionais de pagamentos bancários continuarão após a reinicialização. Isto significará a ruptura mínima possível nos negócios legítimos.

Contudo, como anteriormente mencionado, as instituições internacionais criadas e controladas por um pequeno grupo de oligarcas ocidentais depois da II Guerra Mundial serão totalmente remodeladas."

~~~~~~Fim

Entramos em Novembro. 
Parece que é finalmente este mês que começarão a ficar mais visíveis os sinais  da queda do antigo regime e do seu sistema financeiro.

Aguardemos.

Boa vida!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

BUSH & BLAIR - 1º JULGAMENTO

Há muito tempo que diversas queixas contra estes senhores andam pelos tribunais, tentando avançar contra a corrente de corrupção a que estas entidades estão impregnadas. Mas a verdade avança inexorável e a elite está cada vez mais isolada.


Pela primeira vez deparamos com uma data concreta (19-22 de Novembro) para o início do 1º julgamento de antigos chefes de estado acusados de crimes contra a paz.


Assim, será a Comissão de Crimes de Guerra de Kuala Lumpur (KLWCC), formada em 2008, que julgará George W Bush e Anthony L Blair por crimes contra a paz.

Ver o artigo aqui.

Isto significará um grande avanço na Justiça dos homens que tem sido manietada e manipulada pela elite.

Todos os sistemas têm que sacudir as garras do poder que os têm manipulado para terem a possibilidade de alcançar a liberdade e isso está a acontecer.

Será curioso observar a reacção da imprensa. Manter-se-ão em silêncio?
Não creio, Murdoch juntou-se aos vencedores como muitos outros farão.

Boa vida!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

BENJAMIN FULFORD [24 OUTUBRO]

Benjamin Fulford, 24 de Outubro de 2011:

"‘Plataformas de negociação’ privadas têm sido encerradas em preparação para um novo sistema.

As altamente secretas ‘plataformas de negociação’ usadas pelos auto-nomeados governantes do mundo têm sido encerradas em preparação da reformulação do sistema financeiro global, de acordo com fontes da CIA e da inteligência militar japonesa. Este encerramento aconteceu antes da data previamente anunciada de 11 de Novembro de 2011 (11/11/11) para a prevenção de uma eventual sabotagem dos beneficiários do sistema, dizem as fontes.
De acordo com elas, mais de 100 países subscreveram o novo sistema. Prisões em massa de pessoas ligadas ao antigo sistema iãi supostamente acontecer depois de 15 de Novembro, dizem.
Emergiram agora alguns novos nomes de jogadores chave do velho sistema com o avanço da investigação internacional. Uma dessas pessoas é um príncipe belga de nome Zvonco Berdik. Outro signatário chave do topo do velho sistema financeiro é o Duque de Kent, que assina em nome da Rainha Elizabeth, dizem fontes da CIA.
O terceiro novo nome é Alan Barr, um homem procurado pelo governo do Vietname por ter tentado detonar um golpe de estado lá.

Entretanto, um antigo membro da linhagem da Família Real (um primo da rainha Elizabeth e dos Rothschild) tinha alguma informação muito interessante sobre Adolf Hitler. Ele diz que “Hitler era um homem dos Rockefeller”, e acrescentou que “Hitler viveu na Argentina até 1967” e que ele próprio visitou Hitler na sua casa lá. Ele afirma ainda que a Chanceler alemã Ângela Merkel é filha de Hitler. O próprio Hitler era filho do Rei George V, de acordo com a filha do Rei Edward VII. 
Se for verdade, isto poderia significar um governo secreto da Alemanha pela Família Real Inglesa/Alemã através dos séculos XX e XXI. Se olhar para as fotografias de Kaiser William, Rei George V e Hitler, notará uma estranha semelhança.

Este é o tipo de revelação que poderia surgir de uma verdadeira comissão de reconciliação depois do governo secreto fascista do ocidente ser removido do poder. O processo de remoção ainda só está cerca de 30% completo, de acordo com uma fonte bem colocada da Sociedade do Dragão Branco.

Os sinais de colapso do velho sistema estão cada vez mais visíveis. Os problemas com o Euro são ainda o ponto principal. A Grécia pediu agora para sair do Euro. Mesmo que os bancos cortassem o valor das suas dívidas gregas em 60%, dando falência ao sistema bancário francês, os problemas não iriam desaparecer. A Grécia é um pequeno país comparado com Itália, Espanha e Portugal. Além disso, a imprensa nem sequer está a olhar para os problemas nos 5 Estados Bálticos, incluindo Latvia.

O que interessa é que todos os países do bloco do Euro já começaram a imprimir as suas próprias moedas nacionais, preparando-se para o colapso do Euro. E isso não vai ser apenas uma crise limitada à moeda Euro.
A Rússia está a negociar com a Alemanha para a criação uma Rússia/Alemanha denominada de União Euroasia que vai mudar o equilíbrio de poder na Europa para o centro. O governo russo anunciou que esperam que esta união esteja efectiva em 2015.
Nos Estados Unidos também há sinais de mudança iminente de regime.

As múltiplas acções legais contra o governo corporativo fascista baseadas na cidade estado Washington DC são suportadas pelo Pentágono e pelas agências. Assim, por exemplo, a recente jogada do Banco da América, Goldman Sachs e JP Morgan, de retirarem cada um deles $81 triliões dos seus derivados fraudulentos dos seus livros e despejá-los sobre os contribuintes americanos, foi devidamente observado.
A rainha Elizabeth foi, na semana passada, impedida de roubar $1,6 triliões do banco Mitsui-Sumitomo no Japão, de acordo com uma fonte do MI6.



O cartel corporativo de imprensa está a ruir. Como foi avançado anteriormente, A FoxTv de Murdoch e outras emissoras começaram a expor informação, assim como as acções legais contra o advogado Eric Holder, que outras estações estão a reter. Acontece que agora a Summer Redstone da CBS está a entrevistar um membro da Sociedade do Dragão Branco para um episódio de 60 minutos com parte de uma exposição da fraude de alto nível que tem acontecido mesmo no topo do sistema financeiro global (ele não é identificado pela estação como Dragão Branco).


O Pentágono continua a certificar-se de que a elite não pode fugir ou esconder-se em qualquer das suas bases subterrâneas enquanto o resto da humanidade é abatida. A grande explosão subterrânea perto de S. António Texas na semana passada (relatada pela imprensa local como um terramoto que provocou um som de explosão) foi parte deste processo.

Os Estados Unidos estão salpicados com bases subterrâneas mas as duas grandes de Virgínia e Colorado já foram fechadas à elite. Outra dúzia delas recebeu também tratamento. O Pentágono informou a elite de que “se eles podem esconder-se no subsolo, então também toda a gente o poderá fazer”. A última realmente grande instalação ainda sob controlo fascista fica na Noruega.
Pela sua parte, os fascistas ainda não estão a planear desistir tranquilamente. O assassinato de Muammar Ghaddafi na semana passada foi apenas uma parte de um plano para restabelecer o controlo colonial sobre África. Hillary Clinton está agora a tentar reinvidicar o papel de Signator dos cerca de $200 biliões que estão em nome de Gaddafi. Para ter acesso à maior parte desse dinheiro, 5 nações africanas incluindo Somália, Zaire e Uganda terão que ser invadidas, dizem fontes da CIA.

Continuam ainda os planos para começar grandes guerras no Médio Oriente. Por exemplo, os fascistas querem dividir a Turquia, a Arábia Saudita e o Irão para criarem uma nova nação do Curdistão. Para evitar isto, é agora provável um ataque turco, iraniano, sírio, egípcio a Israel a não ser que o agente fascista Benjamin Netanyahu seja removido do poder.

Numa nota diferente, aqueles que se auto intitulam de Illuminati que pretendem um governo global meritocrático tiveram um impulso público de Michael Gorbachev que apelou por uma Nova Ordem Mundial a semana passada. O problema da sua planeada “meritocracia” é certamente o seu processo de quem poderá escolher os meritocratas. Tal sistema só poderá funcionar num contexto de uma democracia interactiva em tempo real e com uma imprensa totalmente transparente. Por outras palavras, um despertar global da raça humana e o final da tirania estilo babilónica imposta por sociedades secretas criminosas.

Agora estamos a testemunhar a agonia de um animal perigoso. Aconteça o que acontecer, a humanidade será libertada."

~~~~Fim

Foi mais um relatório semanal de Benjamin Fulford onde podemos ter algum relance dos bastidores da política internacional.
Se realmente acontecerem prisões em massa, como adianta uma fonte de Benjamin, após 15 de Novembro, será um sinal de que o sistema judicial também conseguiu libertar-se das garras manipuladoras da elite.
Veremos.


Boa vida!

sábado, 22 de outubro de 2011

MSG - DAVID ICKE PARA 'OCCUPY WALL ST.'

O movimento popular que começou em Nova Iorque tomou rapidamente uma proporção gigantesca, espalhando-se por todo o mundo apesar do boicote geral da imprensa.
A elite está assustada com tal união entre as pessoas e, quem já conhece as suas tácticas e artimanhas como David Icke, pode antever as suas jogadas e envia uma mensagem de aviso a todos os participantes deste movimento.


Muito provavelmente elite irá tentar manipular o movimento, fazendo crer que tem a solução para resolver o problema a nível global.
Provavelmente a sua proposta não andará longe da ideia da criação de um sistema bancário global que é precisamente a sua agenda.

Ora é precisamente deste sistema bancário que nos temos que livrar e não podemos cair no absurdo de acreditar que um sistema financeiro global iria sanar todos os problemas financeiros mundiais.

Esse sistema financeiro global iria acabar por ter o controlo total sobre tudo e todos.



Entretanto, a PressTv de 21 de Outubro avança a informação que Debra Sweet, a organizadora do movimento ‘Occupy Wall St.’ foi detida pala polícia de Nova Iorque. Não adianta mais detalhes.

Debra Sweet
Não sei qual será a reacção do movimento mas, como David Icke adverte, terão que ter muito cuidado como reagem pois parece ser um acto de provocação não inocente.

Acto que terão que explicar muito bem ou poderá ser considerado repressão ou abuso de poder.

Nós somos muitos (99%) e conhecemos as suas pretensões. Se nos unirmos, poderemos anular os seus planos e pressionar a justiça para que comece a funcionar.

Boa vida!